A técnica inovadora faz sucesso entre celebridades.

O tema menopausa é mais frequentemente discutido, e, por vezes até tabu, em rodas de mulheres acima dos 40 anos.Porém, uma questão que ainda gera muita divergência é a reposição hormonal – tópico que divide opiniões tanto de pacientes quanto de especialistas.

Como todas as questões pertinentes a nossa vida, o melhor é entender mais sobre o assunto e sobre a transformação que ocorre no organismo feminino entre os 45 e 55 anos, antes de tomar qualquer decisão.

Menopausa é um fenômeno que ocorre com as mulheres após a ausência de menstruação (amenorreia) por período igual ou superior a 12 meses. Após esse período, uma mulher não pode mais engravidar naturalmente.

Já o climatério é o período onde ocorre a falência funcional ovariana, o que reduz taxa de fertilidade e a produção de hormônios sexuais. Mas esse período não ocorre de repente, normalmente ele dá sinais antes de se instalar como: ondas de calor, suores noturnos, secura vaginal etc.

Isso acontece pois durante a transição para a menopausa, a produção de estrogênio pelos ovários diminui cerca de 90%, podendo também ocasionar um aumento na ansiedade e depressão – especialmente naquelas que já exibiam esses sintomas.

Se para muitas mulheres essa transição ocorre de forma amena e tranquila, para outras o sofrimento pode ser avassalador. A perda de elasticidade da pele, a diminuição da libido, a secura vaginal, bem como os lapsos de memória, crises de choro e quadros depressivos, podem destruir relacionamentos amorosos e gerar perdas graves de autoestima.

Outro dado agravante é que, em geral, mulheres têm menos ataques cardíacos e derrames cerebrais que homens – até a chegada à menopausa. A partir daí, o risco passa a ser idêntico: uma em cada três mulheres pode morrer de doença cardiovascular.

A aparição de outras doenças como infecções ginecológicas e urinárias de repetição, osteoporose, fraturas e redução da massa muscular, comprometem a qualidade de vida. Em meio a esse cenário surge a opção da reposição hormonal.

 

Reposição hormonal: o que é e como funciona?

Existem várias opções disponíveis de tratamento para aliviar os sintomas da menopausa, incluindo o estrogênio – hormônio responsável pelo alívio dos sintomas. Mas é importante reforçar que as mulheres com útero também devem tomar progestagênios, para prevenir o câncer uterino.

Já as mulheres que fizeram histerectomia, ou seja, não possuem útero, podem ser tratadas com estrogênio isolado. O estrogênio está disponível em vários formatos diferentes: adesivos cutâneos, pílulas orais ou ainda como cremes e sprays que podem ser colocados sobre a pele ou via vaginal.

 

Vantagens da reposição hormonal

A reposição hormonal auxilia no tratamento da osteoporose, pois previne a perda de massa óssea – que pode aumentar em até 30% após a menopausa –, diminuindo risco de fraturas.

O tratamento com estrogênio também pode ser útil na prevenção de demência, além de auxiliar no humor e diminuir a depressão. A eficácia na melhora do sono também é comprovada em mulheres com suores noturnos.

Casos de doenças cardiovasculares também são beneficiados pelo tratamento, pois inibe a formação da placa de ateroma ao reduzir os níveis de colesterol total e da fração LDL, conhecido como o “colesterol ruim”.

 

Reposição hormonal masculina

Poucos homens sabem que, após certa idade, a terapia de reposição hormonal também é válida para eles. Para entender melhor, basta analisarmos os seguintes dados: cerca de 15% dos homens entre 50 e 60 anos, apresentam a chamada deficiência androgênica – diminuição da produção do hormônio masculino –, podendo esse número chegar a 50% para homens a partir dos 80 anos.

Com o envelhecimento, pode ocorrer uma diminuição lenta e gradual dos níveis de testosterona, surgindo sintomas que podem indicar a necessidade de reposição hormonal em uma parcela dos homens como: diminuição do apetite sexual, dificuldade de ereção, falta de concentração e capacidade intelectual, perda de pelos, ganho de peso à custa de gordura, diminuição de massa e força muscular, irritabilidade, insônia etc.

A diminuição de produção hormonal masculina não determina o fim de sua fertilidade, apenas uma redução dela. A Terapia de Reposição Hormonal Masculina pode ser administrada por meio de gel, adesivos cutâneos ou injeções.

Mas antes de recorrer à terapia, é necessário que o paciente comprove a queda na taxa de hormônios, através de exames laboratoriais, com acompanhamento médico. Estilo de vida saudável, prática de exercícios físicos, boa qualidade do sono e não fumar são ótima recomendações que podem retardar ou impedir o aparecimento da deficiência de testosterona e seus sintomas.

 

Pioneirismo

A boa notícia é que com os avanços da medicina já é possível viver por mais anos, com saúde. Isso graças a técnica chamada Modulação Hormonal Bioidêntica. O tratamento é divulgado há onze anos por pesquisadores americanos, e, recentemente, chegou ao Brasil através do médico ortomolecular, Dr. Eduardo Gomes de Azevedo.

Especialistas convencionais afirmam que a melhor fase da vida é dos 25 aos 30 anos de idade. Mas o tratamento de modulação promete rejuvenescer os hormônios, já existentes, adequando-os a melhor fase da vida.

Com um mês de tratamento já é possível verificar seus efeitos, principalmente na musculatura e atividades cognitivas. Os ossos ficam mais fortes e, naturalmente, o indivíduo, mais disposto. A idade ideal para começar o tratamento é aos 35 anos.

Para as mulheres, o tratamento é composto por três tipos de gel: progesterona, testosterona, além de capsulas que aumentam a imunidade. Já os homens passam por um tratamento diferenciado. São dois tipos de gel: testosterona e progesterona, somados às capsulas e ampolas de testosterona.

Pela manhã, o indivíduo ingere cápsulas e à noite aplica o gel nas partes lisas do corpo – normalmente na região do pescoço. Com o passar do tempo, os testes da saliva são refeitos e as dosagens dos hormônios são reajustadas de acordo com a resposta do corpo aos estímulos. Cerca de 40% dos pacientes acabam produzindo naturalmente estes hormônios após o tratamento.

Ainda assim, é previsto um conjunto de boas práticas como: atividades físicas, boa alimentação e redução do estresse, para que o indivíduo alcance o objetivo.

 

Modulação hormonal entre celebridades

A modulação hormonal começou lá na década de 80, com os chamados “baby boomers” – geração nascida entre 1946 e 1964, que passou a se preocupar com o envelhecimento.

Por volta dos 30 anos começa a queda hormonal. Porém, os adeptos desta técnica – como o Dr. Eduardo Gomes de Azevedo, garantem que, ao “otimizar” os índices hormonais, é possível atingir a máxima performance do corpo, diminuir a oxidação das células e promover um envelhecimento saudável.

Não necessariamente é preciso envelhecer para se preocupar com a qualidade de vida; quanto antes nos preocuparmos com o tipo de alimentação, a qualidade do sono, pratica exercícios físicos, entre outros hábitos, maior a probabilidade de termos um envelhecimento natural.

Dezenas de celebridades brasileiras, entre 24 e 34 anos, optaram por seguir este caminho. Também conhecido como “Envelhecimento Saudável”, a técnica utiliza hormônios 100% iguais aos produzidos pelo organismo.

Trata-se de uma medicina voltada para prevenção de patologias e distúrbios relacionados ao envelhecimento. Além de reequilibrar o organismo, o Envelhecimento Saudável propõe também uma estética melhor, pois ele controlará os distúrbios gerados com o ganho excessivo de peso.

Não existe idade para a remodulação hormonal com bioidênticos, mas quem busca por um envelhecimento bem-sucedido, com saúde, feliz e longe de patologias, começar a seguir hábitos saudáveis ainda no auge dos 25 anos é essencial.

E mesmo para quem está na terceira idade, a remodulação de hormônios também garantirá benefícios, por meio do restabelecimento da capacidade funcional, melhor disposição para a prática de atividade física, entre tantos outros ganhos.

Se você deseja se aprofundar no assunto e conhecer as dicas e técnicas preparadas pelo Dr. Eduardo Gomes para uma vida saudável, vale conferir os livros da série “Tudo novo em seu corpo”: Volume 1 e Volume 2.